Desde os cafés da Guarda, nos anos adolescentes, onde tudo era ainda possível, até a um certo desencanto com o mundo, manuel a. domingos constrói uma poética feita de pequenos detalhes comuns à vida e à poesia, tentando descobrir modos de acreditar em mapas que nos soam tão estrangeiros.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
AS BENEVOLENTES, de Jonathan Littell
E assim gastei mais 30€!* Até à página 95 estão a valer bem a pena! Só faltam 800, para saber se foram ou não bem gastos... (E ainda não acabei de ler "o homem sem qualidades"*...)
Sobre AS BENEVOLENTES, Mário Vargas Llosa disse certamente melhor!
*Ficam deste modo informados das causas da minha futura homelessness...
quarta-feira, 25 de junho de 2008
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