sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Keep Passing The Open Windows - QUEEN*

Letra (Freddie Mercury, QUEEN, THE WORKS, 1984): This is the only life for me, yeah Surround myself around my own fantasy You just gotta be strong and believe in yourself Forget all the sadness cause love is all you need Love is all you need Do you know what it's like to be alone in this world When you're down and out on your luck and you're a failure Wake up screaming in the middle of the night You think it's all been a waste of time It's been a bad year You start believing everything's gonna be alright Next minute you're down and you're flat on your back A brand new day is beginning Get that sunny feeling and you're on your way Just believe - just keep passing the open windows Just believe - just keep passing the open windows Do you know how it feels when you don't have a friend Without a job and no money to spend You're a stranger All you think about is suicide One of these days you're gonna lose the fight You better keep out of danger - yeah That same old feeling just keeps burning deep inside You keep telling yourself it's gonna be the end Oh, get yourself together Things are looking better everyday Just believe - just keep passing the open windows Just believe - just keep passing the open windows This is the only life for me - yeah Surround myself around my own fantasy You just gotta be strong and believe in yourself Forget all the sadness cause love is all you need Just believe - just keep passing the open windows Just believe - just keep passing the open windows You just gotta be strong and believe in yourself Forget all the sadness cause love is all you need - yeah Love is all you need - baby - love is all you need Just believe - just keep passing the open windows Just believe - just keep passing the open windows Just keep passing the open windows Just keep passing the open windows Yeah, yeah, yeah __________________________________ *A ouvir enquanto lêem o post anterior... Private-message: Sim, sou viciado nos QUEEN, e depois?!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

post sôfrego, porque me apetece gritar bem alto, mas tenho a voz embargada e, no peito, a ira do tamanho do universo ou, pelo menos, em expansão.

há princípios que adoptamos como verdades, senão universais, universalmente verdadeir0s para nós. um princípio que sempre tive como verdade e vector é o princípio que somos nós que fazemos o nosso caminho, que somos nós que construímos as nossas sortes e azares, que somos nós que vamos rabiscando o nosso destino no caderno das nossas vidas. porém, há dias em que me sinto um fantoche nas mãos de malfadada sina; uma após outra, redundam em nada, as decisões e opções por que enveredo; sonhos, projectos e ambições caem por terra, desfazem-se em pó, misturam-se no pó de onde surgiram, sem que da terra se tenham erguido um milímetro sequer. esperanças veêm de onde as não espero, fincam-se-me na carne como caloroso bálsamo para as muitas feridas, mas em chicotes de fumo vergastando o meu corpo terminam como tudo. há momentos em que me apetece dizer basta, e suspender o tempo, estatizar o segundo para sempre na retina. mas não sou dono do universo, sou um dos seus insignificantes súbditos. que me resta, senão partir à deriva? enfio a chave na ignição, como quem trespassa a alma com o gládio mortal, e o carro geme agonizante como o corpo. arranco, parto. a meio do caminho para lugar algum, parte-se a correia de transmissão, e lá regresso ao ponto de partida, num tumulto maior que o da partida. viagem curta, longa porém, bastante para colocar em causa todos os meus princípios. quando um após outro, se sucedem os revezes, mais tarde ou mais cedo acabamos por lhes chamar azar. e eu, eu sou um homem cheio de azar. não vir o azar todo de uma vez!, logo se veria se acabava ou começava...

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

um país de analfabetos

Ao ler o post de Eduardo Pitta um país de analfabetos, recordei-me de um antigo episódio, quando há 8 anos fiz o exame de código: estávamos sentados na sala onde fizéramos o exame, esperando que os resultados fossem processados quando o Engenheiro que vigiava a prova dirigiu a palavra a uma senhora, perguntando-lhe se era desta. Ela disse que logo se via. E o que se viu foi que a senhora chumbou pela 19.ª vez, errando mais de metade das questões. Na época perguntei-me como era possível alguém chumbar pela 19.ª vez num exame de código. Se fosse no de condução, pensei, seria azelhice, mas no de código... Agora, ao ler este post, julgo ter encontrado a resposta...