
Nestes últimos dias tenho relido o
Retrato do Artista Quando Jovem, algo raro na minha curta carreira de leitor compulsivo; contam-se pelos dedos os livros que reli. De entre as centenas de livros que acumulei ao longo dos últimos dez anos, existe quase uma centena em que nunca toquei, a não ser no momento em que os
arrumei nas estantes. O que me levaria a acreditar que são os livros que nos escolhem a nós, e não o contrário, se eu acreditasse no destino e em coisas mais obscuras. Vou na página 50, e se digo isto aqui no blog, é apenas porque nada mais tenho que dizer, ou tenho muito para dizer, mas nenhuma vontade. Até já, que o meu amigo Stephen Dedalus está à minha espera...
(James Joyce em Português Europeu)