Mostrar mensagens com a etiqueta teatro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta teatro. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 21 de maio de 2009

FAZ DE CONTO DO GIN SEM TÓNICA

Nos dias 22 e 23 de Maio, pelas 21h30, no Auditório do Instituto Português da Juventude da Guarda será apresentada a peça de teatro “Faz de Conto do Gim sem Tónica” com texto de Mário Henrique Leiria e Direcção de Paulo Miranda.

O espectáculo conta-nos a história do senhor Antunes que anda a ter uns pesadelos muito estranhos: por mais que empurre não consegue meter toda a sua família no velho citroen e acorda a suar, empurrando ainda qualquer coisa que não está lá…O sonho é sempre o mesmo: a barraca dos esqueletos limitada, elefantes no 10º andar, o bolo abominável…E o senhor Antunes começou a não gostar. Vieram as consultas, as motos e o derivar…mas era sempre a mesma coisa…e resolveu partir… e partiu mesmo. Foi a sério e nunca mais voltou. Foi viver a felicidade.Vida nova… nova vida.


Mário Henrique Leiria foi poeta, contista e pintor. Fez parte do Grupo Surrealista de Lisboa que se apresentou ao público na “1ª exposição dos Surrealistas”, em 1949. Reincidente no ano seguinte, assinou diversos “manifestos” e outras intervenções do movimento.

Faz de Conto do Gin sem Tónica é a peça de teatro apresentada pelo “Aquilo” como resultado final do trabalho desenvolvido no 1º ano do Atelier de Expressão Dramática que teve início em Outubro de 2008 e que termina a 23 de Maio. As inscrições para o Atelier 2009/2010 estarão abertas a partir de Setembro .

Mais informações no blog do Aquilo Teatro.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

GREGOIRE - ESTREIA 22 ABRIL 21H30


Um apicultor com discurso erudito entre vapores de alucinação retrata-nos a vaidade do hominídeo que venera a arte primata: a aberração do conceito, derivado conceptual, no corpo de um presidente de galeria na sua exuberante inauguração.




Texto: Galo Porno

Dramaturgia e Encenação: João Louro

Personagens/Actores:
Narrador/Apicultor: Gabriel Godinho
Presidente da Galeria: João Manso
Chimpanzé Gregoire: Silvia Amaral
Directora: Carla Morgado
Criados: João Louro e David Silva

Direcção Musical: João Clemente

Músicos:
Edgar Ferreira - Guitarra Eléctrica
João Clemente - Electrónica
Renato Folgado - Violino

Figurinos: João Louro
Máscaras: Daniel Pereira
Cartaz: Tiago Rodrigues
Som e Luz: Luis Andrade
Produção Executiva: Anabela Teixeira

Produção: Aquilo Teatro

Apoio:

Câmara Municipal da Guarda
Teatro Municipal da Guarda
Instituto Português da Juventude
ADM Estrela

Apoio à divulgação:
A Guarda
Nova Guarda
O Interior
Terras da Beira

22 e 23 de Abril de 2009 -21h30

Caixa do Grande Auditório - Teatro Municipal da Guarda

Duração: 45m

Classificação etária: Maiores de 12

Bilhete: 5€

Bilheteira:
Tel. 271 205 241
Fax 271 205 249
Email: bilheteira@tmg.com.pt

De terça-feira a sábado, das 17h às 20h
Em dias de espectáculo, das 17h00 às 21h30.

As reservas podem ser efectuados por telefone, fax, email ou directamenta na bilheteira do Teatro Municipal da Guarda: Rua Batalha Reis//Guarda.

sexta-feira, 27 de março de 2009

O MUNDO INTEIRO É UM PALCO - 27 DE MARÇO: DIA MUNDIAL DO TEATRO

O mundo inteiro é um palco.
Todos os homens e mulheres não passam de actores,
Têm as suas entradas e saídas;
E na sua vida um homem desempenha muitos papéis;
Os seus actos têm sete idades.
Primeiro, a criança,
Gritando e babando nos braços da ama.
Depois o escolar chorão, com a sua pasta.
E a sua brilhante face matinal, vai rastejando como um caracol
De má vontade para a escola. E depois o apaixonado
Suspirando como uma fornalha, com uma balada triste
Composta para a sobrancelha da sua namorada. Mais tarde um soldado,
Cheio de estranhos juramentos, e barbado como um leopardo,
Zeloso da honra, e violento e rápido na luta,
Buscando a bolha de ar que é a fama.
Até na boca do canhão. E depois a vez do juiz,
Com a sua barriga redonda recheada com um bom capão,
De olhos severos e barba de corte formal,
Cheio de sábios refrões e exemplos modernos,
E assim representa o seu papel. A sexta idade se transforma
Em calças longas e chinelos,
Com óculos no nariz e a bolsa de lado,
Seus calções da juventude, bem conservados, demasiadamente largos
Para suas magras canelas; e a sua forte voz viril,
Transformando-se novamente em falsetes infantis, apita
E assobia o seu som. A última cena de todas,
Que põe fim a esta estranha história cheia de acontecimentos,
É uma segunda infância e um simples esquecimento,
Sem dentes, sem olhos, sem paladar, sem nada.

William Shakespeare, In As You Like It

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Eu queria encontrar aqui ainda a terra...


...

Depois da peça que a estrutura de produção teatral do TMG, Projéc~, apresentou em Maio de 2008, é agora a vez do Teatro Municipal da Guarda e do Centro de Estudos Ibéricos editarem em livro os textos da autoria de António Godinho e de manuel a. domingos, no âmbito da Colecção Cadernos TMG. “Eu queria encontrar aqui ainda a terra” é uma peça teatral baseada nas narrativas cruzadas de duas figuras de peso da cultura portuguesa: Vergílio Ferreira e Eduardo Lourenço.
Trata-se do número 10 desta colecção e será apresentado no Sábado, dia 10 de Janeiro, no Café Concerto, pelas 21h30. A entrada é livre. 

...

terça-feira, 1 de abril de 2008

TRAILER "CASTELO DE CARTAS"

EM CENA: 09 DE ABRIL - TEATRO AMELIA REY COLAÇO EM ALGÉS 21H30 30 DE ABRIL - ADEGA VIÚVA GOMES EM ALMOÇAGEME 22H 09 DE MAIO - KABUKI (Centro d'Arte) EM LISBOA - 22H DE 16 A 24 DE MAIO (SEXTAS E SÁBADOS) - ESPAÇO REFLEXO EM SINTRA - 21H30 SINOPSE: Raquel acorda sobressaltada. Está amordaçada e amarrada a uma cama. Não reconhece o local onde se encontra, o quarto é escuro, o ambiente é fétido e carregado de terror. A situação torna-se ainda mais aflitiva quando Raquel se apercebe de que não se lembra de si mesma, está completamente desmemoriada. No entanto a vítima não se encontra sozinha. Entre as paredes sujas do quarto, impregnadas de loucura, existe uma presença sinistra que a vai conduzir para dentro de um abismo vertiginoso. 'Castelo de Cartas' é uma viagem num carrossel fantasma às profundezas obscuras da mente humana. Uma experiência de pânico e terror psicológico de um realismo arrepiante. Classificação: M/18

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Teatro Reflexo apresenta:

Castelo de Cartas

Raquel acorda sobressaltada. Está amordaçada e amarrada a uma cama. Não reconhece o local onde se encontra, o quarto é escuro, o ambiente é fétido e carregado de terror. A situação torna-se ainda mais aflitiva quando Raquel se apercebe de que não se lembra de si mesma, está completamente desmemoriada. No entanto a vítima não se encontra sozinha. Entre as paredes sujas do quarto, impregnadas de loucura, existe uma presença sinistra que a vai conduzir para dentro de um abismo vertiginoso. “Castelo de Cartas” é uma viagem num carrossel fantasma às profundezas obscuras da mente humana. Uma experiência de pânico e terror psicológico de um realismo arrepiante. O espectáculo “Castelo de Cartas” vai estar em cena em: Sintra 22 e 23 de Fevereiro às 21h30 Espaço Reflexo Lisboa 1, 7, 8, 14 e 15 de Março Sextas e Sábados às 21h30 Auditório Carlos Paredes (Benfica) Classificação: M/18 Contactos e Informações: 21 421 31 88 / 210501837 /96 637 71 72 Reservas: 96 637 71 72 Ficha técnica e artística: Produção: REFLEXO - Associação Teatral e Cultural Autoria e Encenação: Michel Simeão Produção Executiva: Ana Custódio Assistente de Produção: Mónica Pedroto Adereços e Cenografia: Mónica Pedroto Design Gráfico: João Simões – Kontrast Luz: Michel Simeão Som: Rui Santos Vídeo: Mafalda Norte ELENCO: Lavínia Roseiro e Marta Osiecka

Ficha Técnica: Castelo de Cartas

Clique na Imagem para Ampliar. Site do Teatro Reflexo.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Adiado "Eu queria encontrar aqui ainda a terra"

O manuel a. domingos enviou-me um e-mail, que apenas li agora, com a seguinte informação:
Devido a um lamentável acidente ocorrido em ensaio, no qual um dos actores fracturou um pé, a estreia do espectáculo "Eu queria encontrar aqui ainda a terra" foi adiada para 16 de Janeiro de 2008, ficando em cena até 18 de Janeiro.
Daqui envio o desejo de rápidas melhoras para o actor.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

o cartaz...

...desta peça: Eu queria encontrar aqui ainda a terra. Textos de António Godinho e manuel a. domingos, sobre os universos de Vergílio Ferreira. Dias 28, 29 e 30 de Novembro de 2007, no Teatro Municipal da Guarda. Clique na imagem para ampliar.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Eu queria encontrar aqui a terra

Em Novembro estreia a nova peça do Projéc~, desta vez numa produção do TMG para a Câmara Municipal da Guarda e o Centro de Estudos Ibéricos . O quinto trabalho da estrutura de produção teatral do TMG intitula-se Eu queria encontrar aqui ainda a terra, e tem por base o texto de António Godinho e manuel a. domingos sobre os universos de Vergílio Ferreira e Eduardo Lourenço. A peça, para maiores de 12 anos e com encenação, dramaturgia, cenografia e figurinos de Luciano Amarelo, estreia a 28 de Novembro no TMG, ficando em cena no Pequeno Auditório até dia 30 de Novembro.
Texto recebido por e-mail, para divulgação. Foto de Tiago Rodrigues, retirada do blog do Teatro Municipal da Guarda.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Cock Tale

“Cock Tale” é uma comédia politicamente incorrecta, cuja acção tem lugar em plena década de 80 e que promete arrebatar o público, através da história subversiva de três amigas que dividem um apartamento e que passam uma noite alucinante na companhia de um misterioso convidado. Trata-se de uma sátira perversa e mordaz, com um humor bastante acutilante, que se define através de tons de blush e batons, que vão traçando ironicamente a ponte entre o sexo e a religião. Este espectáculo com uma linha realista (embora por vezes absurda), pretende renovar o estilo de comédia que se faz em Portugal, podendo eventualmente chocar ou ser alvo de alguma censura, devido à sua linguagem crua e aos seus conteúdos provocadores em relação à instituição da igreja católica. Cock Tale vai estar em cena em: LISBOA De 07 de Junho a 30 de Junho (à excepção dos dias 14 e 15) Quintas, Sextas e Sábados, 21h30m Auditório Carlos Paredes (Benfica) Classificação: M/ 16 Preço: 8 Euros Descontos: Estudantes, Maiores de 65 anos, Grupos de 10 ou mais pessoas: 5 Euros 5ª feira: 5 Euros (preço especial) Contactos e Informações: 21 421 31 88 / 96 637 71 72/ 93 628 81 54 Reservas: 21 712 30 00 www.myspace.com/cocktaleteatro

terça-feira, 27 de março de 2007

dia mundial do teatro

HORATIO - Is it a custom?

HAMLET - Ay, marry, is't. But to my mind, though I am native here And to the manner born, it is a custom More honoured in the breach than the observence. This heavy-headed revel east and west Make us traduced and taxed of other nations. They clepe us drunkards and with swinish phrase Soil our addition; and indeed it takes From our achievements, though performed at height, The pith and marrow of our attribute. So oft it chances in particular men That - for some vicious mole of nature in them, As in their birth, wherein they are not guilty, Since nature cannot choose his origine - By the o'ergrowth of some complexion, Oft breaking down the pales and forts of reason, Or by some habit that too much o'er-leavens The form of plausive manners - that these men, Carrying, I say, the stamp of one defect, Being nature's livery or fortune's star, His virtues else, be they as pure as grace, As infinite as man may undergo, Shall in the general censure take corporation From that particular fault. The dram of evil Doth all the noble substance of a doubt, To his own scandal - Enter the Ghost

HORATIO - Look, my lord, it comes.  

Horácio - Isso é costume?

Hamlet - Ah, pela Virgem que o é! Mas no meu entendimento, embora fosse aqui nado e criado, é um costume que mais honra desrespeitar que praticar. Estas bacanais estúpidas fazem com que as outras nações do Ocidente como do Oriente nos acusem e critiquem. Tratam-nos de bêbedos e sujam o nosso nome com o epíteto de porcos; e, de facto, essa fama basta para empanar o lustro dos nossos feitos, por mais brilhantes que sejam. Assim acontece por vezes a certos homens, que têm algum defeito de nascença de que não são culpados, pois ninguém pode escolher a sua origem ou nasceram com algum gosto estranho que muitas vezes deita por terra a cerca fortificada da razão, nesses um só defeito chega para ofuscar as mais apreciáveis qualidades e de nada lhe servirão essas outras virtudes, por mais puras, e tão grandes quanto o permite a condição humana, pois o conceito geral tudo esquecerá, menos o pequeno defeito. Um só grão de impureza corromperá a mais pura substância com o seu contacto infamante...
Entra o Espectro

 Horácio - Olhe, meu senhor, aí vem ele.  

WILLIAM SHAKESPEARE, In. Hamlet (Tradução livre de Ersílio Cardoso)