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quarta-feira, 14 de abril de 2010

EU TENHO UM ESTUDO MELHOR QUE O TEU - MAS NÃO MOSTRO, NÃO MOSTRO, NHA, NHA, NHA

E quando um tipo, tipo eu mesmo, pensa que já ouviu tudo, mas mesmo tudo, em dez anos perdidos da vida, obrigado a ouvir todas as católicas barbaridades, vem um tipo, tipo mesmo tipo, tipo muitos adjectivos que nem sequer constam em muitos dicionários, dicionários onde se inclui jargão, alguns dirão, dicionários ordinários, eu digo, dicionários extraordinários, sem pejo nem receio de ser brejeiro. Dizia eu, vem um tipo, tipinho, que nem tem estatura nem altura nem coisa que o valha, que aquilo não serve para nada, ou talvez para enfeitar, talvez para mijar, vem um tipo. Toma lá! Ouve mais uma barbaridade, que é para que saibas que da madre igreja nunca terás ouvido tudo. Ou, se calhar, ouvi barbaridades como esta - durante dez anos - e tão habituados estavam os meus ouvidos, que deixavam passar dum lado ao outro com tal rapidez que nem reparava.

O José Bértolo diz tudo:

Corajoso, Marquinhos disse (a voz tremeliquenta): «Pai, tenho algo a dizer-te... Eu sei que não vais gostar, e eu juro que tentei lutar contra isto, eu juro, mas pai... pai, eu... eu não consegui! Pai, eu sou pedófilo!». O pai respondeu, exasperado, em súbita e inesperada agressividade: «O quê? O meu próprio filho? Pedófilo? Por Deus, não!» Marquinhos acobardou-se, mas não cedeu à vontade de tentar reparar o feito: «Sim, pai, eu sinto-me sexualmente atraído por indivíduos do mesmo sexo!» O pai chorava lágrimas de dor. Tinham-se passado poucos segundos, quando uma lâmpada amarela surgiu sobre a cabeça do pai. Disse: «Mas espera lá, tu não podes ser pedófilo. Tu tens 14 anos!» Confundiu-se o pobre Marquinhos, e prostrado ficou, sem reacção, mas por fim compreendeu tudo: o pai estava em negação. Mas nada o faria parar, Marquinhos assumira, perante si e perante o mundo, quem era. A perspectiva de uma nova vida, livre e da cor do arco-íris, edificava-se então à sua frente. (José Bértolo, in Tio Vânia)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

PRÉMIO «FELIZES JUNTOS»



O Paulo e o Zé contemplaram-me com o prémio blogosférico cuja imagem podem ver acima, com estas palavras: »» muita coisa, muito ecletismo, muita criação e muita generosidade e um humor que desarma de tão negro. »» Obrigado! Para eles e para todos que aqui passam, digitalizei a imagem abaixo, da página 22, do livro ideias negras, de Franquim, editado em Portugal pela Witloof. Façam o obséquio de clicar na imagem, antes de começarem a reclamar que não se consegue ver nada! Cambada de preguiçosos!

sexta-feira, 27 de julho de 2007

how to accidentally kill your mother-in-law*

*Como matar acidentalmente a sogra. "Olhe para mim, querida sogra! A água só me chega à cintura... Não tenha medo..."

domingo, 17 de junho de 2007

tinky winky polaco

Depois de o Governo Polaco ter suscitado a homossexualidade de Tinky Winky, propondo-se constituir processo de investigação dos "comportamentos desviantes" daquela personagem do programa infantil britânico "Teletubbies", eis que pela Internet já circula a versão moralmente correcta para as impressionáveis criancinhas polacas. (via Devaneios Desintéricos)

segunda-feira, 2 de abril de 2007

humor

Nas contas de Isilda Pegado, "apenas um quarto dos portugueses" votou "sim", contra "três milhões" de defensores do "não", contando os que estão por nascer: "Fomos um milhão e 500 mil portugueses que dissemos "não" a esta lei. Mas, se juntarmos mais um por nascer por cada voto nosso, teremos seguramente mais de três milhões de portugueses". Por tudo, a lei é "completamente inaceitável". (Público Online, via Uma Certa Enciclopédia Chinesa)
Afinal os portugueses têm um grande sentido de humor. Eu tenho-me fartado de rir: até Salazar foi eleito o maior português de sempre. Conseguiu depois de morto, aquilo que não conseguiu em vida: ser eleito democraticamente. Visto que, nisto das eleições, tudo pode acontecer, vai daí, porque não contar com os votos dos não-nascidos? E os votos daqueles milhões de portugueses, desde a fundação do país, não contam? E os votos dos Lusitanos?

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Sexo-Nosso

Sexo Nosso

Sexo nosso que estais no entrepernas
Santificado seja o vosso desejo
Venha-se todos os dias,
Seja feita a vossa vontade
Assim pela frente como por trás.
A erecção nossa nos dai hoje
Aumentai as nossas excitações
Assim como nós aumentamos
A quem nos têm deixado,
Deixai-nos gozar as tentações
Mas livrai-nos da castidade,
Ámen