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segunda-feira, 4 de maio de 2009

AVISO!


AVISO: Isto é uma obra de ficção! Não a tome à letra.

ADVERTIMENTO: Contém versos descrevendo ou fazendo a apologia do suicídio, incesto, bestialidade, sadomasoquismo, práticas sexuais em contextos violentos, assassinatos, violência mórbida, uso de drogas e álcool, homossexualidade, voyeurismo, vingança, desrespeito pelas figuras de autoridade, anarquia, violações dos direitos humanos e atrocidades.

ADVERTÊNCIA: A exposição prolongada aos conteúdos, ou durante os anos de formação nas crianças, pode causar delírios, alucinações, diminuição das capacidades cognitivas e da capacidade de recicionar objectivamente, e, em casos extremos, desordens patológicas, ódio, fanatismo, e violência, que conduzem a assassinatos e genocídos, mas não só.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A FALSA PUDICÍCIA, O FALSO PURITANISMO*

Uns proíbem lingerie preta, outros retiram os livros com conteúdo gay do catálogo. A mim, a moral parece-me a mesma! Ou, a minha moral é melhor que a tua, toma, toma, toma! Perguntar «Quando é que a Humanidade crescerá?» seria ofender as Crianças! E as Crianças, já dizia o Fernando, são o melhor do Mundo! Temo que se tenha enganado num pormenor! As Crianças são a única coisa boa do Mundo!

*Perdoem-me a dupla redundância! Imagem retirado do artigo do El Mundo.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

contra o fanatismo

Contra o Fanatismo Amos Oz Jornal Público
Hoje lembro-me de uma velha história em que um dos personagens - de Jerusalém, está claro, de que outro sítio poderia ser? - está sentado num café em frente de um velho com quem entabula conversa. Ora, o velho é Deus em pessoa. Bem, o personagem não acredita logo, mas, após alguns sinais inconfundíveis, convence-se de que quem se senta do outro lado da mesa é Deus. E tem uma pergunta a fazer-Lhe, uma pergunta crucial, sem dúvida. «Querido Deus, por favor, diz-me de uma vez por todas: Qual é a fé verdadeira? A católica romana, a protestante, talvez a judaica, acaso a muçulmana? Qual fé a verdadeira?» E, nesta história, Deus responde: «Para te dizer a verdade, meu filho, não sou religioso, nunca o fui, nem sequer estou interessado na religião.» AMOS OZ, In. contra o fanatismo (livro-oferta, com o Público de)

segunda-feira, 2 de abril de 2007

humor

Nas contas de Isilda Pegado, "apenas um quarto dos portugueses" votou "sim", contra "três milhões" de defensores do "não", contando os que estão por nascer: "Fomos um milhão e 500 mil portugueses que dissemos "não" a esta lei. Mas, se juntarmos mais um por nascer por cada voto nosso, teremos seguramente mais de três milhões de portugueses". Por tudo, a lei é "completamente inaceitável". (Público Online, via Uma Certa Enciclopédia Chinesa)
Afinal os portugueses têm um grande sentido de humor. Eu tenho-me fartado de rir: até Salazar foi eleito o maior português de sempre. Conseguiu depois de morto, aquilo que não conseguiu em vida: ser eleito democraticamente. Visto que, nisto das eleições, tudo pode acontecer, vai daí, porque não contar com os votos dos não-nascidos? E os votos daqueles milhões de portugueses, desde a fundação do país, não contam? E os votos dos Lusitanos?