Um homem rico estava muito doente, quase a morrer; pediu um papel e uma caneta, e escreveu o seguinte:
"Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres".
O senhor morreu antes de ter feito a pontuação à frase que escrevera.
A quem deixara ele a fortuna?
Eram quatro os pretendentes concorrentes: o sobrinho, a irmã, o padeiro e os pobres.
- O sobrinho pontuou a frase da seguinte maneira:
"Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Não dou nada aos pobres".
- A irmã chegou depois e pontuou-a assim:
"Deixo os meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres".
O padeiro, por sua vez, pediu cópia original, pontuou a frase e, de seguida, leu:
"Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres".
- Entretanto haviam chegado os pobres da cidade. Um deles, o mais astuto, faz esta interpretação:
"Deixo os meus bens À minha irmã? Não! Ao meus sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres".
Moral da história:
A vida é assim!... Somos nós que devemos fazer a pontuação. E isso faz toda a diferença!!!
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quinta-feira, 19 de julho de 2007
a wealthy man dies....*
Um homem rico estava muito doente, quase a morrer; pediu um papel e uma caneta, e escreveu o seguinte:
"Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres".
O senhor morreu antes de ter feito a pontuação à frase que escrevera.
A quem deixara ele a fortuna?
Eram quatro os pretendentes concorrentes: o sobrinho, a irmã, o padeiro e os pobres.
- O sobrinho pontuou a frase da seguinte maneira:
"Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Não dou nada aos pobres".
- A irmã chegou depois e pontuou-a assim:
"Deixo os meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres".
O padeiro, por sua vez, pediu cópia original, pontuou a frase e, de seguida, leu:
"Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres".
- Entretanto haviam chegado os pobres da cidade. Um deles, o mais astuto, faz esta interpretação:
"Deixo os meus bens À minha irmã? Não! Ao meus sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres".
Moral da história:
A vida é assim!... Somos nós que devemos fazer a pontuação. E isso faz toda a diferença!!!
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