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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

€uro


A Zona Euro, ou Eurolândia, como é apelidada pelos adeptos, é uma equipa constituída por 17 jogadores, que está em negociação com outros 7. Pretende deste modo chegar ao número ideal de 24 jogadores.
Dentro de campo, estão assim distribuídos: à baliza o ágil guarda-redes Irlanda, famoso pelas defesas impossíveis. No centro da defesa estão dois gigantes com quase dois metros de altura, Itália e Espanha. Itália mais lento, mas com uma cultura táctica superior que lhe permite ler os movimentos dos adversários, e Espanha mais rápido, com frequentes investidas no ataque. As laterais são ocupadas por Portugal e Grécia, dois laterais lestos, capazes de trocar os olhos a qualquer defesa quando estão no ataque, e de aparecer no caminho dos avançados quando já ninguém conta com eles. Tanto jogam à esquerda como à direita, alternando frequentemente entre si.

Continue a ler aqui.

domingo, 22 de junho de 2008

A EUROPA (2)

De cada vez que um primeiro-ministro dos 27, ou um chefe de governo, ou um presidente dos mesmo, fala sobre o Tratado de Lisboa (leiam o texto de Orlando Braga: O que é o Tratado de Lisboa?), mais me cheira a esturro esta ânsia de impor aos europeus um tratado, sem serem estes nem tidos nem achados no processo. De cada vez que o José Sócrates fala do Tratado de Lisboa, mais sou contra o Tratado de Lisboa. Nunca gostei de coisas inevitáveis: soa-me demasiado a Morte, porque só a Morte é inevitável...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

DA GASOLINA

Com os postos de gasolina literalmente a secar, e com o depósito meio, um pouco menos que meio, penso que para esta semana ainda tenho combustível... Mas o que me preocupa são os postos de gasolina que em Espanha também estão a secar... Com tudo isto, vão tramar as minhas poupanças... E como não se vislumbra um regresso à "normalidade", a primeira coisa que vou fazer quando sair do trabalho é atestar o meu depósito... Isto se ainda for a tempo! Ou terei que, simplesmente, parar... Não serei o único. A imagem foi retirada daqui. Aceitam-se apostas quanto às futuras consequências da escalada de preços do petróleo e derivados: a) rebentamento da bolha especulativa dos preços, com consequente descida dos mesmos; b) crise económica mundial, semelhante à do final dos anos 20 do século passado; c) eclosão de grave crise social, com guerra mundial no horizonte; d) não se vai passar nada... e) outros cenários... quais?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

amor às direitas ou às avessas

El escritor peruano Mario Vargas Llosa ha decidido retirar su apoyo al Partido Popular y pedir el voto para Unión Progreso y Democracia (UPyD), la formación que lidera Rosa Díez. El motivo es que no se siente representado en "actitudes conservadoras reticentes" respecto al laicismo o la homosexualidad. "Como liberal, creo que medidas como la despenalización del aborto, los matrimonios gays y el derecho de las parejas homosexuales a adoptar niños, son medidas de progreso que aumentan la libertad y los derechos humanos en España, y por tanto, no me puedo sentir representado por un partido que rechaza esas reformas" [Notícia via ABSORTO]
Apesar disso, sou teoricamente a favor de que os seres humanos façam amor às direitas ou às avessas, sozinhos ou aos pares ou em promíscuos contubérnios colectivos (aiiii), de que os homens copulem com homens e as mulheres com mulheres e ambos com patos, cães, melancias, bananas ou melões e todas as asquerosidades imagináveis se as fizerem de comum acordo e me busca do prazer, não da reprodução, acidente do sexo ao qual cabe resignar-se como a um mal menor, mas de maneira nenhuma santificar como justificação da festa carnal (esta imbecilidade da Igreja exaspera-me tanto como um desafio de básquete).
MÁRIO VARGAS LLOSA, In. Os Cadernos de Dom Rigoberto (republicação do post anteriormente publicado aqui). Leia também a notícia de um estudante iraniano de 19 anos que luta para não ser extraditado para o seu país, onde o namorado foi executado em 2006, e onde há um processo contra si que o pode conduzir à forca, se for extraditado.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Portugal em números

Portugal vai receber 10 milhões de euros por dia dos fundos comunitários (notícia). Contas feitas, nos primeiros nove meses do ano os cinco principais bancos nacionais tiveram lucros da ordem dos 2,2 mil milhões de euros ou oito milhões por cada dia que passou (notícia). De acordo com dados ontem [15/10/2007] divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a população residente em situação de risco de pobreza era de 19 por cento em 2005, ou seja, cerca de dois milhões dos residentes em Portugal eram pobres ou em vias de se tornarem pobres (notícia).

quarta-feira, 11 de julho de 2007

contra a excepção polaca

A "excepção moral polaca" que os políticos europeus se preparam para deixar passar é muito mais do que uma mera cláusula jurídica possibilitadora de um compromisso entre os Estados Membros para o avanço comum deste novo-ainda-que-por-nascer "Tratado de Lisboa". Trata-se, objectivamente, de um retrocesso nos Direitos Humanos através do qual se considerará que o cidadão polaco não tem os mesmos direitos que o cidadão alemão ou sueco porquanto não estará munido dos mesmos instrumentos de protecção judicial contra actos desrespeitadores dos seus mais basilares direitos, garantias e liberdades. Ao ceder aos gémeos que governam a Polónia, a UE hipoteca o discurso de defesa da Liberdade e dos Direitos Humanos.
Porque esta Europa se quer realizada na defesa dos cidadãos, e não contra eles, o Devaneios não poderia deixar de se associar ao protesto do 'Coroas de Pinho' sendo que, tal como outrora tantos o fizeram, a todos exorto a que nos juntemos num protesto via e-mail para:
O texto também nos é fornecido pelo empenhado amigo heliocoptero:
Dear Sir Europe, as a community united around common political institutions, stands on the principles of Freedom, Equality and Fraternity, respect for Human Rights and the rule of Law. These are essential values of the European process and union and criterions to which applying countries must abide before becoming members and, as such, it is only natural to expect that a new European treaty would uphold those same principles. That is not, however, what one concludes when reading a clause of paragraph 18 of the draft document approved still during the German presidency that seeks to establish a legal exception that allows the Polish government to, according to its particular moral standards, determine if the citizens of Poland may or may not appeal to the European courts.If this clause makes it to the final version of the new European treaty, it will, in practice, pronounce the end of the rule of Law in the European Union and, as a consequence, the disrespect of one of the basic principles on which a united Europe was built. It would equal to an acceptance that fundamental Rights and Duties apply differently to different European citizens depending on the private moral standards of the members of their national governments. It would equal to an acceptance that the right to appeal to a European court would depend on the moralist approval of a national executive. It would, in the end, be reason enough to ask why is Turkey denied the right to be part of the European Union based on its disrespect of Human Rights when Poland is allowed an exemption on that same topic.As such, as a European, I come to ask you to prevent the inclusion of that clause of paragraph 18 in the final version of the new European treaty so that it may preserve and uphold the principle that in the European Union fundamental Rights and Duties apply to all its citizens regardless of their nationality, political opinions, race, religious belief, gender or sexual orientation. Signed,