Tenho lido por aí que entrámos numa fase da campanha eleitoral em que o discurso dos principais partidos se rege pela batuta dos fantasmas, só ainda não percebi com que fantasma é que se tenta assustar o eleitorado (sempre quis escrever esta palavra num post); é um fantasma do passado, do presente, ou do futuro? É um fantasma de cuecas rotas? É um fantasma interior ou exterior? Recordo-me que também a certa altura d' "As Aventuras de Tom Sawyer" aparecia na narrativa um fantasma... E que nem Arthur Conan Doyle se coibiu, nas aventuras do seu famoso detective, a mais racional das personagens literárias, Sherlock Holmes, de deixar no ar a suspeita de possíveis forças esotéricas a interferir nas humanas narrativas - não será por acaso que o homem acabou a escrever livros sobre espiritismo.
Enfim, fait-divers para desanuviar os leitores naqueles momentos em que a narrativa se começa a tornar monótona e há que prender os leitores... Ou deverei antes dizer eleitores?
Enfim, fait-divers para desanuviar os leitores naqueles momentos em que a narrativa se começa a tornar monótona e há que prender os leitores... Ou deverei antes dizer eleitores?
