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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

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O meu livro de cabeceira do ano, durante vários anos!*




*Comentário de um amigo após ter lido o comentário do Senhor Palomar: «O livro do ano durante vários anos.», na contracapa do meu exemplar. Ou melhor, foi exactamente assim: "Se eu lesse este tijolo, seria o meu livro de cabeceira do ano durante vários anos."

Imagem: Roberto Bolaño, por Eulogia Merié – algures no El País


Post-Scriptum: Qual a vossa aposta para Nobel da Literatura 2009? (Cliquem para apostar no site da Fnac) Eu aposto Mário Vargas Llosa. Pronto, é mais desejo que convicção. Amos Oz também não ficava mal. A ver vamos...

quarta-feira, 18 de abril de 2007

contra o fanatismo

Contra o Fanatismo Amos Oz Jornal Público
Hoje lembro-me de uma velha história em que um dos personagens - de Jerusalém, está claro, de que outro sítio poderia ser? - está sentado num café em frente de um velho com quem entabula conversa. Ora, o velho é Deus em pessoa. Bem, o personagem não acredita logo, mas, após alguns sinais inconfundíveis, convence-se de que quem se senta do outro lado da mesa é Deus. E tem uma pergunta a fazer-Lhe, uma pergunta crucial, sem dúvida. «Querido Deus, por favor, diz-me de uma vez por todas: Qual é a fé verdadeira? A católica romana, a protestante, talvez a judaica, acaso a muçulmana? Qual fé a verdadeira?» E, nesta história, Deus responde: «Para te dizer a verdade, meu filho, não sou religioso, nunca o fui, nem sequer estou interessado na religião.» AMOS OZ, In. contra o fanatismo (livro-oferta, com o Público de)