Cem Anos de Solidão, de Gabiel García Márquez, foi a escolha de Alexandra Isidro; António José Dias de Almeida escolheu O Estrangeiro, de Albert Camus; e César Prata escolheu a obra Tia Suzana, Meu Amor, de António Alçada Baptista. (Ver mais aqui).
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
o homem moderno*
Demora-se muito em Amsterdão? Linda cidade, não acha? Fascinante? Eis um adjectivo que não ouço há muito tempo. Precisamente desde que deixei Paris, já lá vão uns anos. Mas o coração tem a sua memória e eu nada esqueci da nossa bela capital, nem dos seus cais. Paris é uma autêntica ilusão de óptica, um imponente cenário habitado por quatro milhões de silhuetas. Perto de cinco milhões no último recenseamento? Está bem, devem ter feito meninos. Não me admiro. Sempre me pareceu que os nossos concidadãos tinham duas paixões violentas: as ideias e a fornicação. A torto e a direito, por assim dizer. De resto, evitemos condená-los; não são os únicos, e assim toda a Europa. Cismo, por vezes, no que dirão de nós os futuros historiadores. Bastar-lhes-á uma frase para definir o homem moderno: fornicava e lia jornais. Despois desta forte definição, o assunto ficará, se assim me posso exprimir, esgotado.*Albert Camus, in A Queda (obra publicada em 1956). Post-Scriptum: Calhou a este post a contingência de ser o #888 a ser publicado neste blog. Número redondo e bonito.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Happy Endings Foundation
Happy Endings Foundation. Imaginem que Josef K. na véspera do seu trigésimo primeiro aniversário é levado por dois homens até um enorme salão, onde amigos e familiares o esperam para uma festa surpresa!... Que Meursault afinal não matara um árabe, e que tudo não passara de um pesadelo, fruto de um sentimento de culpa, após haver discutido com a mãe dias antes - e em que ameaçara interná-la num asilo... Que Ricardo não matara Marta (matando-se a si mesmo) nem Lúcio arcara com a pena de prisão; fora apenas um delírio de Lúcio após ter bebido demais num jantar a três... Que o retrato de Dorian Gray, com o passar dos anos, acaba por se desfazer em cinzas, de tão velho que estava, tornando Dorian imortal... Que afinal houvera uma enorme confusão com os nomes, mas que Carlos Eduardo e Maria Eduarda não são irmãos... Que o Voldemort mata o Harry Potter (mas o Ronald Weasley vinga o seu namorado, perdão, melhor amigo!)... [indipensável ler os posts na Blue e no A Origem das Espécies].
terça-feira, 27 de março de 2007
the top ten

O editor deste livro pediu a 125 escritores que elegessem, por ordem de preferência, os 10 melhores livros de ficção de todos os tempos, de acordo com o seu gosto pessoal. Entre os escritores eleitores estão nomes como: Norman Mailer, Annie Proulx, Stephen King, Jonathan Franzen, Claire Messud, Margaret Drabble, Michael Chabon and Peter Carey. Para participar na votação, clique aqui.
Os dez que escolhi (a ordem foi aleatória, e diferente da que aqui apresento):
Os dez que escolhi (a ordem foi aleatória, e diferente da que aqui apresento):
Outono em Pequim (Boris Vian);
Ensaio sobre a Cegueira (José Saramago);
Alice no País das Maravilhas (Lewis Carroll);
O Tumulto das Ondas (Yukio Mishima);
A Peste (Albert Camus);
Naúsea (Jean-Paul Sartre);
A Confissão de Lúcio (Mário de Sá-Carneiro);
manhã submersa (Vergílio Ferreira);
Poesia (Álvaro de Campos);
Cem Anos de Solidão (Gabriel García Márquez).
Tive conhecimento desta iniciativa através do In Absentia.
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