Cem Anos de Solidão, de Gabiel García Márquez, foi a escolha de Alexandra Isidro; António José Dias de Almeida escolheu O Estrangeiro, de Albert Camus; e César Prata escolheu a obra Tia Suzana, Meu Amor, de António Alçada Baptista. (Ver mais aqui).
Penalizo-me de ainda não ter lido o "Cem anos de solidão" e a obra de Alçada Baptista, apesar de ser conterrâneo dele e de o ter conhecido pessoalmente; por isso e porque Camus me marcou muito na adolescência votava no "Estrangeiro", apesar de serem os "Cadernos" o que mais apreciei em Camus. Abraço.
Do Alçada Baptista também nunca li nada... Tenho que corrigir esse erro! Do Gabriel li quase tudo! O Cem Anos de Solidão que tinha em casa foi emprestado e não sei se voltará... Sei que fica bem entregue... Embora ainda não tenha sido lido por esse meu querido amigo a quem o impingi! Abraço
Penalizo-me de ainda não ter lido o "Cem anos de solidão" e a obra de Alçada Baptista, apesar de ser conterrâneo dele e de o ter conhecido pessoalmente; por isso e porque Camus me marcou muito na adolescência votava no "Estrangeiro", apesar de serem os "Cadernos" o que mais apreciei em Camus.
ResponderEliminarAbraço.
Do Alçada Baptista também nunca li nada... Tenho que corrigir esse erro! Do Gabriel li quase tudo! O Cem Anos de Solidão que tinha em casa foi emprestado e não sei se voltará... Sei que fica bem entregue... Embora ainda não tenha sido lido por esse meu querido amigo a quem o impingi! Abraço
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