O Sr. A passava o tempo a maltratar os outros, a falar mal de tudo e de todos. Só andava contente quando andava sozinho. Nunca conseguira concretizar os seus sonhos de infância, pelo que era e sempre fora um frustrado. Morreu. Ninguém foi ao seu funeral, apenas o padre, a sua esposa e os seus três filhos, que foram por pena de tão triste figura. Por fim, todos chegaram a uma conclusão: não podemos gostar dos outros se não gostarmos de nós próprios… Devemos lutar por concretizar os nossos sonhos de sempre, ou até o nosso funeral será uma falhanço!
José Sousa (1983-2009). Publicou sobre o Amor e outras cousas, e dicotomia.
Ora nem mais :)
ResponderEliminarAbraço
ora nem mais :) .. eu por acaso acho que já li qualquer coisa num livro ou num texto qualquer, sobre uma história deste género, e realmente faz todo o sentido :)
ResponderEliminarbeijinhosss
sorte dele ainda ter se casadao e ter tido filhos... senão teria bem mais solitário.
ResponderEliminarconheci alguém assim.
:)
boa lembrança
É melhor nao esquecer o Sr. A
ResponderEliminarpara lembrar de nao fazer como ele!
Sábias palavras, tenho um vizinho que encaixa perfeitamente nessa descrição.
ResponderEliminarAbraço, Daniel
ResponderEliminarOlá Sandra, beijinhos.
ResponderEliminarOlá Teresa, há muita gente assim... e todos temos um pouco de misantropo... beijinho
ResponderEliminarhummm Calado, isso é alguma indirecta para o meu lado misantropo?!? Abraço
ResponderEliminarolá winnie, eu tenho a sorte (ou o azar) de não ter vizinhos... he he he
ResponderEliminar