Ainda não carrego uma trouxa às costas, mas levo a roupa à minha mãe para lavar, tomo banho em casa dos meus tios, e vou comer a casa da minha madrinha... Sonhos tenho muitos, mas nem eu acredito neles, o meu coração emprestei-o a quem nunca mo devolveu*, e o meu pensamento está vazio, enquanto olho o horizonte, de onde não espero que nada venha, embora o meu olhar possa denunciar o contrário...
*É talvez por estar estragado!
*É talvez por estar estragado!

Todos nós temos, de uma forma ou de outra, um pouco de vagabundo dentro de nós.
ResponderEliminarAbraço.
Eu com este frio todo sinto-me mesmo uma vagabunda...
ResponderEliminarNão percas mais tempo com quem não te merece, avança. Eu sei como é difícil, mas é essencial. Abraço!
ResponderEliminaralguns são muito vagabundos, e eu sou cada vez mais...
ResponderEliminarO pior frio não é o exterior, amiga Sofia ;-) beijo
ResponderEliminarsim, Arion, tens toda a razão, toda a razão do mundo, mas às vezes nem toda a razão do mundo, e alguma mais, consegue convencer o coração...! Abraço
ResponderEliminarBem sei. Já lá vão cinco anos e... Abraço!
ResponderEliminarUma descrença demasiado vagabunda...mas existe ali um qualquer resto de esperança...nota-se;)
ResponderEliminarbeijos
restitos amiga im, restitos... beijo
ResponderEliminarPois amigo Arion, como dizia o outro, o coração tem razões que a razão desconhece, ou qualquer coisa assim parecida... Abraço
ResponderEliminarRestritos ou não, há esperança... e é esse André que eu (re)conheço. =)
ResponderEliminarStay Well
olá Nelson, há essa coisa que não morre, mas quando insiste em não se realizar, até complica... Abraço.
ResponderEliminar