são os mais difíceis de aplacar, os mais
tiranos. Bárbaros de um país desconhecido,
bebem à taça os venenos do silêncio e crescem
desmedidamente na distância, desentendidos
da nossa solidão. E pensar que já fomos
irmãos de armas, que desenterrámos tesouros
nas mesmas ilhas, nos livros
mais inóspitos. Como são as coisas.
Terá sido tudo em vão? Dir-se-ia
que estávamos predestinados às mesmas
canções, a uma espécie mais certa de amor.
Pois sim. Nem sequer compreendemos
o que nos aconteceu.
*Poema de Rui Pires Cabral, lido no blog O Melhor Amigo.
Só perdi um amigo na vida. Não pensem já que sou um tipo cheio de sorte, então. Amigo foi sempre a palavra mais cara do meu dicionário íntimo e pessoal. De valor incalculável como a Mona Lisa do Leonardo Da Vinci.
Lindo poema...e diz tudo!
ResponderEliminarEu também sou assim, os dedos de uma mão contam-se os meus amigos. E não tenho pena nenhuma. Estou farta de levar pontapés e chega a pontos que mais vale só que mal acompanhado...já dizia o outro. Um bom domingo. Beijinho.
'Amigo' é um privilégio do qual poucos se podem gabar de o ser :)
ResponderEliminarBj,
(i)
Tens um selo para ti no meu blog.
ResponderEliminarAbraço.
olá estrela, tem dias, como sói dizer-se... eu até gosto de más companhias! o importante é não deixar-mos que o coração dê ás más companhias a importância que a razão muito bem sabe que não será retribuída... beijo {claro que em termos teóricos, falar é fácil; porém, quem anda à chuva... constipa-se!}
ResponderEliminarOlá Inês, amigo é algo muito raro, infelizmente. é a vida...? talvez não... não sei...
ResponderEliminarolá Pinto, já vi, como podes reparar pelo post acima! hehe! Abraço
ResponderEliminarAmigos, daqueles que são AMIGOS mesmo, são muito poucos, o que não signifique que não sinta amizade pelos outros...
ResponderEliminarE desses já perdi um, que tristeza, meu Deus...
Abraço.
Amigos, desses que são mesmo amigos (ou que pelo menos nós amamos como tal) custa toda uma vida a superá-los; um apenas é mais que aquilo que estamos preparados para suportar. Como entendo essa tristeza... Abraço solidário amigo Pinguim
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