Só falta enviar o comprovativo da transferência bancária... Entretanto, atrevo-me a deixar aqui um dos muitos poemas que podem encontar nesta obra, com o título Guarda, e o subtítulo por volta de 1994
em cada rua o frio
tem um nome diferente.
nós permanecemos no café
com o nome de
um franchising qualquer,
alheios ao amarelo
berrante das paredes.
é aqui, por entre cigarros,
cerveja e um arroto
envergonhado, que lemos
os versos de um poeta
maldito francês: esses que
nos aquecem a vontade
de um dia também fumar
haxixe. e há ainda os filósofos
do desespero: Kierkegaard,
Nietzsche e Camus.
Mas nem Kierkegaard
nem Nietzsche nem
Camus nos avisam que
a sua leitura irá para sempre
mudar a nossa vida. nem o poeta
maldito francês explica
que os seus versos
não devem ser lidos
numa cidade onde
a sua catedral atravessa
o silêncio e o frio tem um nome
diferente em cada rua.
Claro que, como ainda não tenho o livro, e apenas conheço alguns dos poemas, não vos posso dizer qual é o poeta maldito francês... Eles são tantos, os poetas malditos, embora menos que os poetas franceses...

eu tanbem conheço um poeta maldito,so que e portugues Andre benjamim
ResponderEliminarmaldito talvez, português decerto, poeta é que é mais questionável...
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