Foi só um clarão amarelo no seu tornozelo. Ficou parado por um instante. Não gritou. Caiu de mansinho, como caem as árvores. Nem sequer fez barulho, por causa da areia.
Texto e Ilustração de Antoine de Saint-Exupéry.
Porque é que sempre que encontramos O Principezinho nunca nos lembramos que chegará a hora em que ele partirá?

Porque o principezinho terá que partir um dia, inevitavelmente... Mesmo os principezinhos não são de ninguém, por muito que os imaginemos nossos...
ResponderEliminarPorque "O Principezinho é "único"...
ResponderEliminarAbraço.
Porque toda a gente tem que partir um dia mas evitamos sempre pensar nisso.
ResponderEliminarUm abraço
OLHA LÁ OU ESPERTO... VISEU, É COM "S" - VISEU -, "Z" ERA HÁ MUITOS ANOS ATRÁS vizeu...
ResponderEliminarBURRO!!!!
e já agora, deu-te para defenderes os avec´s???? até parece ke o ke disse é mentira....não ke sejam todos....
oh António (7esquerdo) posso saber do que é que estás a falar?!
ResponderEliminarolá special k, sim, toda a gente tem que partir, e evitamos pensar nisso; todavia, nunca deixamos de nos interrogar se tinha mesmo que ser... porque é que o raio d'o principezinho não trouxe a rosa consigo...? abraço.
ResponderEliminarolá pinguim,
ResponderEliminartalvez por isso pensemos (eu pelo menos) tantas vezes que o encontrámos, mas nunca é verdadeiramente ele, mas outro... ou porque o principezinho só existe em nós... e o Outro é apenas um reflexo de nós mesmos... Abraço.
olá Arion, embora lugar-comum, é tristemente verdade que ninguém é de ninguém... ainda assim, de cada vez que encontramos o principezinho, julgo que é inevitável que, por momentos, pensemos que é nosso... abraço.
ResponderEliminarPara todos os príncipes e princesas deste e outros Mundos visitem "O Meu Reino" - olharomeureino.blogspot.com
ResponderEliminarabraço
Porque se nos lembrássemos, nunca o encontraríamos!
ResponderEliminarPorque se nos lembrássemos, fugíriamos antes do tempo!
E sabes que mais? Por mais que isso possa vir a doer: ainda bem que não nos lembramos!
Há riscos que valem a pena ser corridos!
Aquele abraço.
Porque as coisas realmente belas são efemeras... Bonito blog.
ResponderEliminarPorque ele nunca parte verdadeiramente.
ResponderEliminarAcompanha-nos, agora e sempre... =)
E já me fartei de comentar... xD
Stay Well
Nelson, obrigado pelos comentários! Abraço.
ResponderEliminar...porque queremos sempre que ele fique...
ResponderEliminar...mas ele acaba sempre por partir... é um triste e inglório desfecho...
ResponderEliminar...mas se sabemos à partida que ele acaba por partir temos a obrigação para connosco próprios de aproveitar ao máximo todos os bons momentos que temos com ele...
ResponderEliminar...verdade, mas só nos lembramos disso quando ele já partiu, e nada mais há para aproveitar... a não ser as (boas ou más) memórias... e a memória pode ser tanto pode ser um bálsamo para as horas más, como uma espada que nos atravessa...
ResponderEliminar... sim, verdade... mesmo que mais nada fique, ficam sempre as memórias. Mas mais que isso, fica a experiência, que boa ou má, nos marca para sempre...
ResponderEliminar...experiência que dói... porque nos deixou uma marca indelével...
ResponderEliminar... marca essa, indelével ou não, fez-nos crescer! Todos os acontecimentos na nossa vida têm um lado bom e um lado mau. Temos que tentar por isso seguir em frente, com essa marca, com essa experiência, com essa memória...
ResponderEliminar...pronto, a mim fez-me parar no tempo; tenho esse instante cristalizado na memória... talvez um dia siga em frente - seguimos sempre em frente, não temos outra hipótese - por isso, melhor dizendo, talvez um dia siga em frente olhando em frente, em vez de olhar para trás...
ResponderEliminar... uma vez li num livro da faculdade isto: (não me lembro exactamente do que estava escrito mas era mais ou menos isto) "Estar constantemente a pensar no passado é como conduzir um carro a olhar apenas para o espelho retrovisor". Esta frase diz muita coisa...
ResponderEliminar...em cheio na cerne da questão! É talvez por isso que quem deixou (perdeu, abandonou, etc) algo ou alguém que lhe era muito caro, passa os dias a "bater com a cabeça nas paredes"...
ResponderEliminar... eu decidi deixar de bater com a cabeça nas paredes. estou sem dinheiro para tratar traumatismos cranianos... devias fazer o mesmo =)
ResponderEliminar...deixei a conversa a meio... sim, tens razão em tudo o que dizes... é como aos psicólogos: "sim, senhor doutor, tem toda a razão, mas... e o meu sofrimento?" sofrimento craniano, claro! que dinheiro, começo a descrê-lo como a Deus... pois toda a gente fala dele, mas o certo é que não o vejo... que tod@s saibam deixar-se cativar pelo seu principezinho, e que estejam de coração aberto na hora da despedida... já estou a divagar, com recorrência a lugares-comuns... abraço
ResponderEliminarUm dia destes, estava eu com a minha afilhada cá em casa (a Sara ainda andava no 9.º ano), quando, um bocado triste me disse: "Tenho de saber esta história de trás para a frente". E quando olhei para as folhas fotocopiadas na mão dela, reparei que se tratava do Principezinho! Embora já não me lembrasse da história, resolvi sentar-me ao lado dela e com toda a minha veia de artista (que é quase nula XD) interiorizei tanto o narrador como as personagens e mostrei-lhe toda a história. Tanto ela como eu ficámos fascinados com a mensagem do livro. As partes que eu mais gostei foi quando o narrador mostra ao Principezinho o seu primeiro desenho e ele acerta do que se trata esse mesmo desenho; um desenho "que os adultos não compreendiam" e que fez com que o narrador seguisse a profissão de aviador ao invés de ser desenhador. Depois, uma parte que eu muito gostei, foi o do diálogo entre a raposa e o próprio Principezinho em que ela quer que a cativem e cuja palavra o Principezinho desconhece o seu significado:
ResponderEliminar- Ah, é uma coisa muito esquecida. Significa criar laços…”
-“Criar laços?”, questionou o principezinho.
-“Exatamente. Tu não és para mim senão um rapaz inteiramente igual a cem mil outros rapazes. E eu não tenho necessidade de ti. Tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativares, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…”
Fantástico! Um excelente livro para todos os que aí andam! ;)
Olá Tiago,
ResponderEliminarPela minha experiência de leitura, aquando do 9.º ano, nunca teria lido O Principezinho; infelizmente, julgo que a maioria dos professores é bastante competente a transformar numa valente estopada as grandes obras literárias... e, enfim, as pessoas não gostam de fazer as coisas obrigadas... Descobri O Principezinho alguns anos após o 9.º ano... Filzmente...
Abraço.