talvez este pedaço de poesia me tenha ressuscitado. talvez então me possa erguer e caminhar até à porta, rodar a maçaneta e dar um "welcome" ao tapete de entrada, talvez me sente a ver o horizonte ou talvez não o faça porque o meu horizonte é a casa dos meus vizinhos. talvez imagine o mar e então caminhe na estrada pensando caminhar na areia, talvez seja atropelada e vir aqui talvez não me tenha adiantado de nada. ainda assim uma tentativa de me erguer já basta para me dar conta da qualidade da sua escrita,andré.
O "sempre" é tão relativo como o "nunca"...
ResponderEliminarAbraço.
Mon ami! temos poeta (já todos o sabiam!). Temos poema (´só soubemos quando o vimos!)
ResponderEliminarAquele abraço
talvez este pedaço de poesia me tenha ressuscitado. talvez então me possa erguer e caminhar até à porta, rodar a maçaneta e dar um "welcome" ao tapete de entrada, talvez me sente a ver o horizonte ou talvez não o faça porque o meu horizonte é a casa dos meus vizinhos. talvez imagine o mar e então caminhe na estrada pensando caminhar na areia, talvez seja atropelada e vir aqui talvez não me tenha adiantado de nada.
ResponderEliminarainda assim uma tentativa de me erguer já basta para me dar conta da qualidade da sua escrita,andré.
mar.
obrigado pelos simpáticos comentários, meus queridos amigos; as minhas desculpas pela demora na resposta.
ResponderEliminarmar, ainda não tive tempo nem "cabeça" para responder ao teu e-mail... também ando "assim"...
abraços e beijinhos.