- Nunca conseguirei habituar-me a esta dor... - concluiu, soluçando...
- Consegues, consegues! - pensei, enquanto tragava as últimas gotas do Johnnie Walker Black Label. - Eu próprio ultrapassei a dor da desilusão que sou para mim mesmo há muitos anos... - mas não lho podia dizer. A sua dor causava-me um certo prazer; afinal dissera-lhe vezes sem conta, «afasta-te de mim, eu não sou quem tu pensas, eu nunca poderei ser quem tu pensas...» E ela respondia «não me importo!» E ela repetia «não me importo!» E ela insistia «não me importo!»
Mas, afinal, apenas eu não me importei...

oi, pa tudo bem..olha tive a dar uma vista de olhos no blog, e pareceu-me este post o mais indicado, par te dizer para ires ver e comentar o helderfrancisco....
ResponderEliminartalvez me falte lá esse promenar, do alcóol.. afogar as mágoas num liquido forte e ardente, que nos faz esquecer as cruelades da vida...abraço..