-Tom! Ninguém respondeu. -Tom! Ninguém respondeu. - Mas que será feito daquele rapaz? Ó Tom! A idosa senhora puxou os óculos para baixo e olhou à volta da sala, por cima deles; depois puxou-os para cima e olhou por baixo deles. Raramente ou nunca olhava através deles para ver uma coisa tão insignificante como um garoto, pois eram o seu par de óculos de cerimónia, o orgulho do seu coração, e tinham sido feitos por uma questão de «estilo» e não de utilidade; via tão bem com eles como veria através de um par de tampas de fogão. Ficou um momento perplexa e, por fim, disse, sem cólera, mas em voz suficientemente alta para a mobília a ouvir: - Ah, se te ponho as mãos, eu...Mark Twain, in. As Aventuras de Tom Sawyer. *Post "pensado" após visita ao meu amigo josuué. Maravilhosa, a noite em que febrilmente li As Aventuras de Tom Sawyer. Passava da meia-noite quando começei a ler, ainda não eram cinco da manhã estava a terminar... Na tarde seguinte, em cerca de três horas, li As Aventuras de Huckleberry Finn...
domingo, 11 de novembro de 2007
Tom! (recordações de infância #1)*
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Ola amigo !
ResponderEliminarParabéns pelo blog !
www.bokalivre.blogspot.com
és o speddy gonzalez da leitura!
ResponderEliminargrande abraço, pá!
fui, pá!, já não sou...
ResponderEliminarA leitura dessas obras deixaram-nos a todos, que as lemos, boas recordações.
ResponderEliminarAbraço.
E os desenhos animados também!
ResponderEliminarAbraço.