nas tardes quentes de verão
o teu rosto alabastrino
tornava-se num doce rubi
despias a roupa suada
e eu pedia-te para vires
deitar-te a meu lado
tu dizias que era errado
e eu calava-me até pedires
com indiferença fingida
para te entregar os lábios
para te depositar na testa
um beijo de reconciliação
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