As amizades nunca passam de alianças que o interesse, na hora inquieta da defesa ou na hora sôfrega do assalto, ata apressadamente com um cordel apressado, e que estalam ao menor embate da rivalidade ou do orgulho.
JOSÉ MARIA EÇA DE QUEIROZ, In. A Cidade e as Serras
Grande Eça, gosto msm mt da intemporalidade e da mestria da descrição e sarcasmo q.b.! Qnt ao excerto...humm...é um facto que, na sua maioria, qq relação provém de um interesse, seja ele oposto ou comum, parece-me inegável...vamos smp beber do outro algo que não temos, que nos faz falta, que nos completa ou que admiramos... o problema é que, qnd tentemos traduzir afectos em palavras, o crú das msm soa algo limitativo... e falacioso...como parece ser o caso! É que há sempre aquele lado que as palavras não traduzem e só faz sentido...sentido! Como é o caso da amizade! :)
Grande Eça, gosto msm mt da intemporalidade e da mestria da descrição e sarcasmo q.b.!
ResponderEliminarQnt ao excerto...humm...é um facto que, na sua maioria, qq relação provém de um interesse, seja ele oposto ou comum, parece-me inegável...vamos smp beber do outro algo que não temos, que nos faz falta, que nos completa ou que admiramos... o problema é que, qnd tentemos traduzir afectos em palavras, o crú das msm soa algo limitativo... e falacioso...como parece ser o caso! É que há sempre aquele lado que as palavras não traduzem e só faz sentido...sentido! Como é o caso da amizade! :)