domingo, 18 de fevereiro de 2007

estados amorosos alternativos

Andava a passear pela blogosfera, como faço quase todos os dias, quando encontrei este post no blog Ante & Post. Como um polícia dos costumes me enviou um e-mail revoltado, por causa do poema homoerótico de Brane Mozetic, decidi postar aqui esta imagem. Pedindo ao meu caro leitor que passe por aqui mais vezes, a ver se cura essa homofobia mesquinha, que tanto transtorno lhe provoca, que até se dá ao desplante de me enviar e-mails a dizer aquilo que devo fazer e aquilo que não devo fazer: como se isso tivesse algum interesse para mim, ou como se eu fizesse ou deixasse de fazer aquilo que quero, em função das suas fobias... Dedico este post a todos aqueles que fogem dos temas a que dão o epíteto "fracturantes", como se as fracturas não existissem já, e há muito tempo; e que tapam as fracturas com um tapete, como se assim, por eles as esconderem, elas deixassem de existir... É que o desenvolvimento cognitivo de certos políticos deste jardim à beira-mar cravado é tão reduzido, que ainda não adquiriram a noção de permanência dos objectos, coisa que as crianças adquirem com alguns meses de idade: apetece-me mandá-los chorar para os colos das mães!

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