domingo, 20 de setembro de 2009

SOBRE A CAMPANHA ELEITORAL


Tenho lido por aí que entrámos numa fase da campanha eleitoral em que o discurso dos principais partidos se rege pela batuta dos fantasmas, só ainda não percebi com que fantasma é que se tenta assustar o eleitorado (sempre quis escrever esta palavra num post); é um fantasma do passado, do presente, ou do futuro? É um fantasma de cuecas rotas? É um fantasma interior ou exterior? Recordo-me que também a certa altura d' "As Aventuras de Tom Sawyer" aparecia na narrativa um fantasma... E que nem Arthur Conan Doyle se coibiu, nas aventuras do seu famoso detective, a mais racional das personagens literárias, Sherlock Holmes, de deixar no ar a suspeita de possíveis forças esotéricas a interferir nas humanas narrativas - não será por acaso que o homem acabou a escrever livros sobre espiritismo.
Enfim, fait-divers para desanuviar os leitores naqueles momentos em que a narrativa se começa a tornar monótona e há que prender os leitores... Ou deverei antes dizer eleitores?

2 comentários:

  1. Como toda a gente sabe, não há fantasmas, mas inventam-se...

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  2. Há fantasmas para todos os gostos. Desde fantasmas dos que comem criancinhas ao pequeno almoço até aos fantasmas do Miguel de Vasconcelos, passando por alguns que andam de submarino. Há muito fantasma à solta :-)

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