terça-feira, 9 de junho de 2009

rascunho encontrado num caderno abandonado #75

espero-te ainda

esperei-te mesmo quando
sabia que não vinhas
que nunca voltarias
esperei-te todos os dias
mesmo quando sabia
que esse dia não chegaria
que essa hora ansiada
era sonho feito de nada


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4 comentários:

  1. Credo...está muito bonito. Triste, estranho parece que dá um murro no estômago.
    Abraço

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  2. Triste e bonito.
    Mas até a espera tem um fim, pois quem espera desespera e nem sempre que espera tudo alcança...
    Bons feriados!
    Abraço!

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  3. olá A.... Cruzes Credo! Está? Andava perdido nos posts não publicados do editor do blogger, e como não tinha mais nada que dizer, apeteceu-me...

    Sim, triste, bem triste, de facto...

    Abraço

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  4. olá lampejo, sim, a espera tem um fim, é isso mesmo que diz a espécie de poema ali acima, porém, mesmo a espera continua para além da espera, como se olhássemos para o lado para olharmos para um caminho possível que por algum motivo deixámos de percorrer...

    Os feriados deixaram-me sem vontade de fazer seja o que for. Felizmente daqui a 15 dias estou de férias...

    Abraço

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