segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

VAGABUNDO

Ainda não carrego uma trouxa às costas, mas levo a roupa à minha mãe para lavar, tomo banho em casa dos meus tios, e vou comer a casa da minha madrinha... Sonhos tenho muitos, mas nem eu acredito neles, o meu coração emprestei-o a quem nunca mo devolveu*, e o meu pensamento está vazio, enquanto olho o horizonte, de onde não espero que nada venha, embora o meu olhar possa denunciar o contrário...















*É talvez por estar estragado!

12 comentários:

  1. Todos nós temos, de uma forma ou de outra, um pouco de vagabundo dentro de nós.
    Abraço.

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  2. Eu com este frio todo sinto-me mesmo uma vagabunda...

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  3. Não percas mais tempo com quem não te merece, avança. Eu sei como é difícil, mas é essencial. Abraço!

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  4. alguns são muito vagabundos, e eu sou cada vez mais...

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  5. O pior frio não é o exterior, amiga Sofia ;-) beijo

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  6. sim, Arion, tens toda a razão, toda a razão do mundo, mas às vezes nem toda a razão do mundo, e alguma mais, consegue convencer o coração...! Abraço

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  7. Bem sei. Já lá vão cinco anos e... Abraço!

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  8. Uma descrença demasiado vagabunda...mas existe ali um qualquer resto de esperança...nota-se;)

    beijos

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  9. Pois amigo Arion, como dizia o outro, o coração tem razões que a razão desconhece, ou qualquer coisa assim parecida... Abraço

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  10. Restritos ou não, há esperança... e é esse André que eu (re)conheço. =)


    Stay Well

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  11. olá Nelson, há essa coisa que não morre, mas quando insiste em não se realizar, até complica... Abraço.

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