sábado, 16 de agosto de 2008

UM MAL NUNCA VEM SÓ...

Quando alguma tristeza, angústia, desilusão, ou mágoa me toca, refugio-me nos meus poetas dilectos; quem por aqui vai passando, terá já tido a oportunidade de notar que muitas vezes vou deixando pequenos poemas, ou excertos, desses poetas. Entre eles, três se destacam na categoria daqueles que têm o dom de aliviar o sofrimento: Álvaro de Campos, Sophia de Mello Breyner Andresen, e António Botto.
Ontem senti a necessidade de pegar na minha velhinha edição de "Canções" de António Botto, mas por mais voltas que dê às caóticas estantes que adornam as paredes do meu quarto, não sei onde é que o livro de capa dura, com pele castanho-avermelhada, foi parar... Um mal nunca vem só...

4 comentários:

  1. Esse é um livro que está num sítio certo da estante, pois é de consulta regular.
    Abraço.

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  2. Quando andares à procura de outra coisa, dás de caras com o Botto, mesmo sem estares à espera. É sempre assim... Gosto de te ver de volta.

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  3. Eu em setembro ja te o procuro, por enquanto le o primeiro que te apareça a frente... ainda bem que voltaste a escrever, ja estava farta de nao encntrar nada todos os dias.
    beijos e abraço.

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  4. ele deve estar em casa,porque nao emprestas a ninguem,pelo menos a mim antonio.

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