segunda-feira, 12 de maio de 2008

PLÁGIO NÃO VALE*

Talvez nem tanto. Mas repete-se incessantemente na minha cabeça todos os dias. Talvez as coisas pudessem ter sido diferentes. Para melhor ou para pior. Sempre a mesma coisa. Sempre o tudo ou nada por um lado, ou a indecisão inglória que pesa na consciência por outro.
*Contigo nunca sei se é verdade ou ficção. Mas tenho-te a dizer que durante onze anos me senti exactamente assim, como tu descreves nestas palavras - ainda me sinto assim - provavelmente vou sentir-me assim até ao fim da minha vida... Amigo, nunca saberemos, é a conclusão que eu tiro da minha experiência. Se é por quereres uma resposta, adianto-te que nunca terás uma. Se é uma maneira de lidar com a culpa, a culpa é sempre de todos, mas nunca é de ninguém - talvez por isso passe a vida a morrer solteira... E depois, quem sabe, talvez não seja depressão; tão somente uma consequência desta malvada - ainda assim das menos más - cultura judaico-cristã...

2 comentários:

  1. Não sabes como isto me ajuda. O que escrevi é verdade ainda que não saibas o contexto exacto (também não me sinto com forças de o relatar ao telefone, pelo menos por enquanto). Ainda assim, obrigado pela ajuda. Um dia destes ligo-te!

    Um abraço!

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  2. olá amigo; não sei a que te referes nos teus posts, mas ainda que a causa da dor não me seja conhecida, sei bem como é a gaja (a dor) - uma vadia! Abraço.

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