sábado, 12 de janeiro de 2008

ontem como hoje*

Sem pena ou sem favor, nem por graça devinal, não pode bom servidor medrar neste Portugal. Sem pena sabeis qual pena, a certa pena da pata, que a vivos morte cata e a mortos vida ordena, sem esta ou sem favor que queira Deus eternal, não pode bom servidor medrar neste Portugal. *Sua, sem título, de Álvaro de Brito, século XVI.

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