quinta-feira, 29 de novembro de 2007

e-mails

Nos últimos dias o número de e-mails, relacionados com o blog, que recebo têm aumentado. Dito com uma palavra que não gosto de utilizar, mas que neste contexto é útil: exponencialmente. Há e-mails mais simpáticos, outros menos simpáticos, alguns mesmo antipáticos, e uns quantos inqualificáveis. Hoje recebi cinco. Quando há poucas semanas, se recebesse cinco num mês era obra! Nem sei bem porquê, até porque o tráfego não é nada de por aí além. Talvez a autoridade no technorati (96) engane! Há alguns a divulgar blogs, posts, petições, vídeos, cartoons, livros, peças de teatro, etecetra. Há aqueles que se querem imiscuir em assuntos privados; outros apenas curiosos; alguns engraçados; também os há patéticos; ou mentecaptos... Não quero com isto dissuadir ninguém de me enviar e-mails. Enviem à vontade, que eu não vou divulgar aqui o conteúdo dos mesmos, nem a identidade das pessoas, a não ser que expressamente mo peçam! Isto tudo apenas para dizer que houve um que hoje me deixou furioso. Para além de me atirar com epítetos menos agradáveis que o minimamente civilizado, não explica porque razão o faz. Talvez seja um e-mail simplesmente absurdo, a testar a minha tolerância ao non-sense. Bem, passou. Queria aqui deixar apenas uma notinha, então: a razão de este blog se intitular apenas e tão-só André Benjamim nada tem que haver com um culto da minha pessoa. Pois nem sequer - como já referi muitas vezes - me chamo André Benjamim. André Benjamim é uma ficção como outra qualquer, boa ou má. Aliás, aqui tudo é ficção. A própria realidade é ficção. Pois como deveriam saber, tudo é realidade porque tudo é ficção. E eu, como deve saber quem me conhece, nem prezo muito a minha pessoa. Tirando duas ou três pessoas (ódios pessois, pois claro), sou até das pessoas que mais desprezo!

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