quinta-feira, 19 de julho de 2007

a wealthy man dies....*

Um homem rico estava muito doente, quase a morrer; pediu um papel e uma caneta, e escreveu o seguinte: "Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres". O senhor morreu antes de ter feito a pontuação à frase que escrevera. A quem deixara ele a fortuna? Eram quatro os pretendentes concorrentes: o sobrinho, a irmã, o padeiro e os pobres. - O sobrinho pontuou a frase da seguinte maneira: "Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Não dou nada aos pobres". - A irmã chegou depois e pontuou-a assim: "Deixo os meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres". O padeiro, por sua vez, pediu cópia original, pontuou a frase e, de seguida, leu: "Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres". - Entretanto haviam chegado os pobres da cidade. Um deles, o mais astuto, faz esta interpretação: "Deixo os meus bens À minha irmã? Não! Ao meus sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres". Moral da história: A vida é assim!... Somos nós que devemos fazer a pontuação. E isso faz toda a diferença!!!
*Texto e imagem recebidos por e-mail. Não sei quem é o/a autor/a

1 comentário:

  1. Este texto/exercício existe «há séculos» em gramáticas portuguesas e respectivos cadernos de exercícios... Eu conheço-o - de ginjeira! - desde o início dos anos 80! Não mudou nada! Rsrsrs! O tempo não lhe tocou...
    Abraço! :-)

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