quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Se é para isto que o Estado financia as IPSS, talvez seja chegada a altura de o Estado deixar de se demitir das suas responsabilidades, e criar uma rede de instituições de solidariedade públicas (laicas e apartidárias). Instituições como a Igreja, passam a imagem de andar a fazer caridade (conceito, diga-se, horripilante), e ficam bem vistas socialmente; mas no fundo não fazem caridade nenhuma: vivem dos fundos do Estado, que sugam ao máximo, para se banquetearem a si mesmas, e não para realmente servirem os utentes, que são apenas um peão indispensável neste jogo sujo...

1 comentário:

  1. Em relação a este assunto, já tive dúvidas, que foram entretanto dissipadas. O meu único comentário não passa por usar qualquer argumento que está em discussão a não ser este: liberdade de escolha.

    anabela

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