quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

rascunho encontrado num caderno abandonado #11

...Almejo escrever o teu nome, bem junto ao meu. Gritá-lo para que se ouvir límpido do outro lado do mundo; para que toda a gente saiba o óbvio; o óbvio que nós não ousámos; o óbvio que deixámos fugir das nossas parcas vidas. O óbvio que obscurece os nossos dias cinzentos; o óbvio que nos teus olhos tem um brilho profundo... ...Que me venha perguntar se estou bem! Que me venha dizer que não lhe telefono! Que me venha perguntar se vou ou não!... Mandá-la à merda! Retirá-la da minha mente - apagá-la da minha memória... ...Sim, estou mal, muito mal - olha, muito doente! Tenho sofrido imenso nos últimos anos; mas, isso, que te importa? Estou farto de não saber de ti; de todos os dias ter que imaginar - e imagino o pior - sabes o quanto isso me dói? Sabes o quanto isso me destrói?...

#1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10,

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